
Na roda da Vida,
A fúria ecoa,
Trazendo poeira,
ruído entoa.
Sobre o peito um gemido,
sôfrego, pleno e distante.
Nas mãos o desespero,
A alma dilacerante.
Sempre á procura,
Sempre constante,
Alma minha quanto duras,
Quanto lutas e errante.
As brasas nos pés dilaceram,
As carnes nuas em perdição,
Alma minha quanto sofres,
Alma minha em oração.
Subindo as longas escadas,
Cheias de perigos e risco.
Vem para mim ó espírito.
Alma pura sem ti não existo.
Manuela
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