Algo me prende Nem sei o quê Este olhar de castigo Paira em mim Como nuvens de tempestade Que vêem esses olhos crueís Pecadores, infiéis São os olhares do destino Fixados na minha solidão De tanto dizer não Basta um sorriso e tudo dou E ainda bem que assim sou
Poetisa das Trevas
Assim que a noite chega O silêncio impera Doce quimera pacífica No sobrenatural caminho Cravo na mão, Na alma espinho Cabelo em desalinho Caminho Sem calar os passos Cujos pés descalços Sofrem a dor e a agonia Fechando a mente Encerrando a melodia Mão fria Coração de gelo No aterro do desespero Caminharei ao relento Com forte chuva e vento Lá estarei um dia Até lá aqui estou Vivendo sem saber Porque um dia irei Acabar o meu viver Deveras já pensas-te que vivemos para morrer Ou acaso pensas que és imortal Sem nunca o ser
Poetisa Das Trevas
domingo, 16 de setembro de 2012
Pedra fria _____Carne nua Duas almas Cruas Um destino ____Sem coragem Sem sentido_______na miragem ____Dois seres Vida separada Procura, angústia___ Alma cansada____ O eterno virá _______A certeza de viver Apenas porém ____Serem felizes ao morrer Poetisa das Trevas (Manuela)
O momento do prazer,
envolto em chama de paixão
Que com tanta tesão me envolves,
que eu me sinto desfalecer
Quem me dera em ti morrer
lentamente com ternura
Num vai e vem de amor
Num encontro e procura
Manuela
Procuro-te Nas encruzilhadas do destino Trazendo-me o que falta em mim Um sentimento invulgar em mim cresce De tamanha intensidade Não sei o que sinto Nunca senti assim Quimera dos sentidos Meu corpo ecoa Nos limites da razão Minha alma perdoa Sedução e paixão Nem sabia o que isso seria Simplesmente te amo E sem ti morreria Manuela
O Silêncio que tu gritas
Chega até aos confins da minha alma
Porque dizer palavras é tão dificil
Mas tudo em mim acalma
Seria tão bom poder ouvir
Sussurrando em mim
Quero ficar sempre contigo
Nem que passe milénios
Nem que o mundo tenha um fim
Então entendo o teu silêncio
Que grita sem parar
Querendo vir ao meu encontro
Sim eu vou-te amar
Manuela
O veneno que tomo Embriaga a minha dor Completamente segrega Sofrimento e amor Meus pés descalços Sobre cardo pisado Sangrando a alma e o ser No meu corpo cansado Brilhas ao longe estrela do meu caminho Vais sereno e confiante Mas sempre sózinho Ninguém pode em momento algum Poder mandar na alma tua Mas deixas meu amor A minha completamente nua
Nas asas do pensamento Sou um mar turbulento Nessa aragem fria A dor da agonia Doi-me o ser, as entranhas Dentro ondas revoltas e estranhas Sempre penso em ti no momento E que grande este sentimento Luta diária constante Minha alma sempre errante Procurando sem sentido Com o meu coração ferido Olho em volta nada vejo Apenas o meu desejo Na tua pele sentir prazer E que bom seria aí morrer
O mundo levita sobre o infinito
Onde as estrelas brilham e os astros cintilam
Que lindo a imensidão do espaço
Imaginado no meu pensamento
Apenas para chegar até ti
Num breve momento
Dou-te o pó das estrelas
Para que não deixe de brilhar
O brilho dos teus olhos
E que nunca te deixe de amar
Manuela
Aqui te tenho
Mas não presente
Apenas estás na minha mente
Letras que escrevo para ti
Saudades eu vivi
Esta penumbra que me envolve
Nada vejo nada resolve
Sobre a cama deito nua
Apenas me cobre a luz da lua
Sopra no ar um vento gelado
Arrepio o meu corpo cansado
Tenho-te perto e tão distante
Apenas sinto a tua alma errante
Procurando sem sentido a vida
E eu aqui....esquecida
O fim não existe
Apenas o tempo pára
O compasso triste
O coração dispara
O vento dando no rosto
Sentindo na pele gelada
O rosto lembrando a dor
A alma triste e cansada
Sobre as ondas o mar levou
Meu coração de luz
E na areia desenhou
Meu nome numa cruz
Eu não aguento mais
Eu não tenho mais asas
Eu não aguento mais
As portas do céu fechadas
Você não me ouve?
Você não me ouve?
Não tem medo de mim?
De nunca mais voltar
Você sabe como é
Quando o céu mantem-se preto
Eu não aguento mais
Nossas paredes são negras e sangram
Eu não aguento mais
Não existem salas aqui para os seus gritos
Você não me ouve?
Você não me ouve?
Não tem medo de mim?
De nunca mais voltar
Você sabe como é
Quando o céu está todo de preto
Não, não me deixe morrer
Não me deixe morrer
Não me deixe morrer
Não, não me deixe morrer
E você sabe como é
O muro das lamentações de suspiros
Mantendo o céu negro
E você sabe como é
Quando o paraíso é cego
Quando o céu mantem-se negro
Tempo - Como você pode dizer
Que eu não tenho tempo
Estou cego - agora você diz que
O céu está negro, yeah
Atravessando a ponte de suspiros, cego, tempo, tempo
Oh senhor, não me deixe morrer
Não, você não me deixe morrer
Não me deixe morrer
Não, senhor, você não me deixe aqui pra morrer
E você sabe como é
O muro das lamentações de suspiros
Mantendo o céu negro
E você sabe como é
Quando o paraíso é cego
Quando o céu mantem-se negro
Pintando o céu de negro
Atravessando a ponte de suspiros
Sus luz perdida do paraíso
O céu mantem-se negro
Cuja Vida (É Esta Afinal?)
Uuuuh, você está no tempo certo
Venha buscar dentro de minha cabeça
Uuuu, as guerras de palavras
Você está debaixo de minha pele
Você odeia a maneira que uso minhas roupas
Você odeia meus amigos e onde nós vamos
Eu te vejo nas sombras
Você pensa que sabe o que é melhor para mim
Você odeia tudo que vê em mim
Você já se olhou no espelho?
Ei, de quem é está vida afinal?
Você me diz como viver mas quem te perguntou?
Ei, de quem é esta vida afinal?
Tem muito mais que um preço
Quando você vai pagar?
Você apenas aponta as falhas
Um ataque de ansiedade
Você é melhor que sua boca
Você me esfaqueou na costas
Você odeia a maneira que uso minhas roupas
Você odeia meus amigos e onde nós vamos
Eu te vejo nas sombras
Você pensa que sabe o que é melhor para mim
Você odeia tudo que vê em mim
Você já se olhou no espelho?
Ei, de quem é está vida afinal?
Você me diz como viver mas quem te perguntou?
Ei, de quem é esta vida afinal?
Tem muito mais que um preço
Quando você vai pagar?
Ei, cuja vida é esta afinal?
Você me diz como viver mas quem te perguntou?
Ei, cuja vida é esta afinal?
Tem muito mais que um preço
Quando você vai pagar?
Ei, de quem é esta vida afinal?
Você me diz como viver mas quem te perguntou?
Ei, de quem é esta vida afinal?
Sabendo o que nada sei
Desiludo, procuro , encontro
Demonstro-te o meu amor
Apenas isso nada mais,
Ignoras, esqueces...
Esqueço também.
Levo minha mão ao meu rosto
Molhado com o sal dos olhos
Sofro calada, sem saber
Vivo na esperança de um dia
De uma hora, de um minuto
Em que pegas na tua mão
E numa carícia de ternura
Tiras o sal dos meus olhos..
E colocas o brilho do teu olhar no meu.
Sentir-se só e ter quem nos ama
Que controverso sentimento
Será má vontade minha
Ou um mero desprendimento
Nascemos sós...morremos sós
No fundo do ser cada um sabe
Como o pensamento voa....se voa
Um coração que no peito se abre
Como um albatroz solitário
Voando no mar sem fim
Assim é o meu pensamento
Assim te escondo em mim
Duas colinas verdejantes
São o teu olhar no meu
Prados cheios de flores, cheiros e cores
Correndo, vejo-me neles
Sentindo de leve as plumas suaves
Tocando nas pétalas de carmim e cetim
Inalo teu cheiro com tamanha vontade......
Acordo era um sonho tornado realidade .
Mais um ano,
Mais um dia, um mês, uma hora.
Simples melodia tocada pela vida fora.
Tic, Tac.....o relógio marca o tempo.
Só não marca este meu lamento.
Desejo por cumprir,
o lamentar do sentir.
Promessas levam o vento.
Lá dizia o pensamento.
Desespero de sentir só e triste.
Escuridão que persiste.
Vai e volta a melancolia.
Nesta vida triste e fria.
Abre as tuas mãos sedentas de amor Abre as tuas mãos sedentas de desejo Pois minha alma se flama E Pede da tua boca um beijo sente-me cair em teu corpo Ardente, suado Deixa-me sentir teu amor Sedento do meu ser Triste e cansado
Alma errante a minha
deseja na tua viver
Sermos um só corpo
E para sempre até morrer
Deito-me lentamente. Na fria pedra da calçada, Que mais me queres, ...não sou nada.
Arrancáste-me o ser, Já nada sou, Nem serei...até morrer..
Morro para aqui desanimada, Sangrando pela estrada... Com a morte difusa no olhar, Busco-te, mas retorno sem nunca te encontrar.
Não tenho culpa se me penetrás-te o ser... Quem me dera antes Morrer... Pobre de mim já nada valho. Ando e vivo sou um frangalho.
Letra: Eu estou desistindo do fantasma do amor
Para as sombras lançadas em devoção Ela é a única que eu adoro Credo da minha sufocação silenciosa Quebre este feitiço agridoce em mim Perdido nos braços do destino Agridoce Eu não vou desistir Eu estou possuído por ela Eu estou rumando seu caminho Ela tornou-se minha maldição Quebre este feitiço agridoce em mim Perdido nos braços do destino Agridoce Eu quero você Eu quero somente você E eu preciso de você Eu estou precisando de você Quebre este feitiço agridoce em mim Perdido nos braços do destino Quebre este feitiço agridoce em mim Perdido nos braços do destino Agridoce
Depois que a tempestade Passou Eu me pergunto por quanto tempo As nuvens limpas irao durar Eu vi algo em seus olhos Eu tenho certeza (Oh baby) Eu vi Algo em seus olhos
Eu queria isto para mim
Eu assento e espero E tenho um olhar perdido Ainda esperando uma intervençao divina Para me levantar da minha cadeira
Eu vi algo em seus olhos Eu tenho certeza (Oh baby) Eu vi Algo em seus olhos
Voce e eu chegamos tao longe Nos alcançamos alem da estrela mais distante outra vez, outra vez e outra Eu te quero de volta Voce era uma amiga Nao podemos fingir
Eu vi algo em seus olhos Eu tenho certeza (Oh baby) Eu vi Algo em seus olhos Eu queria isto para mim