terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Morri



Morri dentro de mim,
mas não tenho lágrimas para deitar,
Só Deus sabe o que sofri,
Só Deus me pode curar.

Tenho um buraco enorme,
No meu peito aberto,
Desejo atroz me persegue,
Sem nunca ser satisfeito.

Porque eu e mais ninguém,
Neste caminho sem volta,
A Paixão é o limite,
A Morte  a derradeira revolta.


Manuela

3 comentários:

Sonhadora disse...

Minha querida

Como o teu poema falou de mim...
Morte em vida...esperança que foi...um dia.

Beijinhos com carinho
Sonhadora

Joseph disse...

MANUELA,

...sabes que eu não gosto desta poesia triste!
...que isto seja uma passagem, rápida, no estilo...
...precisamos de pensamentos positivos, de quadras com sabor doce, jovial, sensual até...

Fica bem.
Beijinho:)

Lena disse...

Quando for capaz de esquecer o passado e passar a viver o presente como um presente de Deus, passará a ver a vida com outros olhos.
O passado nunca o irá esquecer, mas seguramente nao lhe dará tanta importancia.
Ate sempre amiga <3